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A ORIGEM
As línguas semíticas
Hebraico pertence a uma família de línguas faladas antigamente onde os povos habitavam, hoje na atual área do Iraque, Síria, Líbano, Israel, Jordânia e a península da Arábia. Na parte oriental Iraque, onde viveu o antigo povo da Assíria e Babilônia, os quais falavam o dialeto ACÁDIO. (1)
(1) “O próprio nome dos babilônios era Acádios. Acade era a cidade principal do primeiro império SEMÍTICO da Mesopotâmia (por volta de 2.300 a.C.); qual é mencionado região – o território do moderno na Bíblia em Gênesis 10.10”.
No oeste, na área da Síria até Israel, está aproximadamente situada a terra natal das seguintes línguas: “Aramaico e Cananita (mais tarde de onde saiu o hebraico). Para o Sul, na península Arábica, surgiram os dialetos árabes. Um ramo do árabe falado no sul, atravessou o oceano e chegou à África, onde este se desenvolveu no Etíope.
A maioria dos povos que viveram nesta área nos tempos bíblicos, eram criados pelos israelitas, descendentes do filho de Noé (SHEM) – escritos nas línguas grega e latina – Bíblia = SEM. Os estudiosos modernos tem achado conveniente referir-se à língua destes povos, chamado-as - LÍNGUAS SEMÍTICAS. Entretanto, as nações ou filiações citadas pelo antigo etnógrafo de Gênesis 10, nem sempre corresponde com aqueles dos modernos estudantes desta língua. (2)
(2)“Um exemplo cortante é o desacordo no que conserve a filiação cananita. De acordo com Gênesis 10.6, “CANAÔ juntamente com “MITZRAIM” = Egito e outros , foram um “filho” de Cão. Todavia nós classificamos os cananeus como: SEMITAS, e não pertencente a uma língua CAITA. Cananita pelo contrário, pertencia a língua falada pelos filhos de SEM do que aos egípcios e outros Camitas”.
A LÍNGUA DE CANAÃ
Para os israelitas do período monárquico (X – IV século a.C.), a língua falada por eles era a “língua de Canaã” (Isaias 19. 18), quais seus ancestrais tinham recebido dos nativos da Antiga Palestina (no tempo dos cananeus), bem antes de esta ter sido conquistada pelo povo hebreu no século XIII a.C.. A língua da bíblia de fato, era um dialeto cananita, diferindo pouco das línguas faladas pelos vizinhos de Israel: os fenícios, moabitas e os Edomitas. (Hebraico bem como outras, são dialetos do cananita). As recentes descobertas tem nos provido vários tipos de materiais da língua de Canaã datando desde o século XV a.C, quais tem forma palestínicas similar ao hebraico bíblico. (3)
(3) “Por exemplo: “glosses” cananitas, no Acádio das cartas de Amarna. Estas cartas foram descobertas no Egito em 1887, datando do século XV – XIV a.C., quais são enviadas por vassalos e oficiais Egípcios de Canaã à corte Egípcia”.
Também formas síricas, que são menos similares... (4)
(4) “A referência ao Ugarítico, língua esta encontrada em uma grande qualidade de documentos desterrados em Ugarite, que é uma antiga cidade costeira da Síria. O sítio é atualmente RAS SHAMRA, onde documentos foram colhidos desde o começo de suas escavações em 1929”.
Tanto em língua, bem como em vários outros aspectos de sua cultura, os israelitas emprestaram de seu meio ambiente e foram por sua vez o “vaso emprestado”, cheio de uma nova substância.
A língua de Canaã foi língua de Israel falada e escrita até ao final do período monárquico (VI século a.C.). O grande volume literário bíblico bem como alguns outros documentos contemporâneos a este, achados por arqueologistas na Palestina, mostram que a língua da Bíblia (Tanah) era uma língua em uso, e não simplesmente uma literatura artificial ou criada.Traços de diferenças regionais na língua quais tem sido apagados pelas tradições mais recentes que veio padronizá-la.
PERÍODO DO SEGUNDO TEMPLO
(V século a.C. – I século d.C)
O Cativeiro Babilônico apressou o processo que já havia começado durante as últimas gerações da Independência Israelita. O Hebraico foi colorido pelo Aramaico, a “língua franca” do Oriente Médio no VI século a.C., Qual perdurou por vários séculos. É sabido que durante o retorno de um grupo de mistura judeu-gentia, tentaram preservar sua linguagem. Crianças, fruto de um casamento misto e falando meio Asdotita (provavelmente um dialeto cananita ou aramaico), e nem um deles podia falar a língua judaica (exemplo: a língua do povo de Judá), mas de acordo com a língua de cada povo, Neemias 13.24.
A partir deste tempo a influência do Aramaico cresceu muito, principalmente na região cosmopolita de Jerusalém, entre a aristocracia e classes comerciais.
O hebraico (5) continuava sendo a língua vernácula (= próprio do país) da população rural, a qual consiste na formação do povo judeu.
(5) “O uso mais datável do HEBRAICO para o nome da própria língua hebraica é encontrado num trabalho do II século a.C. Na Bíblia Hebraica(Tanach) é uma apelação ética não freqüente usada, e revisando afim de representar os vários grupos de Israelitas, primeiramente ocorre em Gênesis 14.13, na frase “Abraão o Hebreu”. O uso posterior do nome HEBRAICO para o nome da língua é baseado na conotação ética da palavra e na idéia de que esta foi a língua falada por Abraão o “Hebreu” e seus descendentes. A etimologia judaica é retrospectiva até Éber, o pai dos Eberitas (Hebreus) de quem Abraão é descendente (Gênesis 10.21 e 11.14-26), ou um da palavra Hebraica que significa “o outro lado” (entendido do Rio Eufrates), quando veio Abraão de sua terra (Josué 24.3). A origem da palavra é obscura uma conecção a uma população do II Milênio a.C., chamado “Hapiru” tem sido grandemente aceito em fontes egípcias e ugaríticas”.
Com sucesso da revolta dos Hasmoneus contra o domínio Sírio-grego e a subseqüente conquista da independência Judaica sobre o controle da dinastia dos Hasmoneus (Hasmoneus – hebraico quer dizer ”Lugar fértil”; um dos acampamentos israelitas no deserto. Números 33.29 no ano 167 à 67 a.C.). As letras hebraicas experimentaram uma renascença. Grupo de história foram escritas em Hebraico imitando o estilo bíblico, bem como documentos oficiais e administrativos foram publicados em Hebraico. Portanto, estabelecendo os fundamentos para a língua local que mais tarde tomou forma sendo uma ferramenta importante nas academias Rabínicas da Palestina.
Durante esta época, o Hebraico e Aramaico eram usados livremente na Palestina Judaica. Nesta época foi o ponto de disputa entre os mestres, qual das duas línguas seria escrita em documentos que chegaram até nós traduzidos em língua não semítica (Apócrifa). Até mesmo nas academias de estudos da Torah, ambas as línguas eram usadas, embora aquele material em Aramaico foi traduzido e transmitido quase que exclusivamente em Hebraico.
HEBRAICO RABÍNICO
Depois do Tanach ( Antigo Testamento), o segundo maior volume da língua Hebraica é a Literatura Tannaítica – são trabalhos dos sábios do I século a.C., até o III século d.C., cujos comentários sobre a lei estenderam-se, formando o grande compêndio da Mishnah, a Tosefta, e os primeiros Midrasim. O Hebraico dos tannaim, usualmente intitulado: Hebraico Mishinaico, mais preferível: Hebraico Rabínico, representava uma mudança significante do Hebraico Bíblico. Seu vocabulário é muito maior, incluindo palavras que não foram deixadas fora do Tanach. Somando aqueles que foram emprestado do aramaico, grego e Latim. Sua estrutura é bem aramaizada. A capacidade de precisão é remarcavelmente argumentada. Presumivelmente originada nos dias dos Hasmoneus. Este Hebraico é o estágio final do crescimento orgânico da “língua de Canaã” em solo judeu. Ela representa a língua vernácula dos séculos, exatamente antes e depois da mudança da era, preservando o fervor e vigor das qualidades do povo. Contudo, filtrada e refinada por sábios.
As bases naturais da língua Hebraica – o povo simples da zona rural – foi destruído pelo terrível derramamento de sangue que seguiram os dois levantamentos contra Roma (66-70, 132-135 d.C.). A segunda revolta (Bar-Kociba) arruinou particularmente a Judéia, sua população foi decapitada ou deportada como escravos em centenas de milhares. O centro da vida judaica mudou-se para a Galiléia, uma região de população misturada onde Aramaico e Grego eram as línguas que prevaleciam. A partir do III século até mesmo as academias onde se estudava a Mishnah, foram persuadidos a usar o aramaico como método de discurso. Hebraico continuou sendo a língua da vida espiritual. A liturgia das sinagogas e a liturgia da poesia, o estudo das escrituras e seus comentários tradicionais da Midrasim.
Muitos esforços foram feitos afim de conservá-la como língua vernácula do povo judeu. Porém, tinha chegado a um fim. Toda supra de criatividade em Hebraico – e havia uma grande porção – foi baseada na língua aprendida nos livros e em escolas. O Hebraico Rabínico prossegue ainda hoje como literatura base para os entendidos tradicionais. Aqueles portadores desta, são totalmente elementos da força epistolar, e até mesmo conversiva, intercurso nesta base, e naquele senso.
Hebraico Rabínico não foi uma língua morta. O ponto enfatizado aqui é que foi uma língua sem hábitos lingüísticos naturais; ela na foi habitualmente aprendida pelas crianças como idioma das comunidades onde eles cresceram.
NA IDADE MÉDIA
A persistência do Hebraico como um veículo da cultura Judaica, forneceu a base para o levantamento de diferenças na língua na Idade Média, cada um à adaptou para um determinado uso. Debaixo de influência da cultura Islâmica, os judeus da península Ibérica desenvolvem uma literatura Hebraica – venerável durante os séculos X-XII. Poetas e pensadores refletiram a plenitude da civilização judaica e mulçumana dos tempos, seu lado secular e religioso em um aspecto rico e cheio de várias facetas. Nas mãos dos melhores escritores daquela época, os Hebreus foram tão capazes de dar um toque como os salmistas. O último não foi diferente do anterior em expressão e qualidade de invenção.
A cultura Islâmica também estimulou o surgimento da ciência entre os judeus. Aquele foi o milênio em que a filosofia judaica, medicina, e a gramática floresceram. Conseqüentemente encontraram um idioma científico-filosófico, distinto desenvolvendo por volta do X-XV séculos. O caráter do idioma foi determinado pelo fato que ele é clássico, os símbolos iniciais eram traduções do Árabe (porque os filósofos e científicos judeus clássicos escreveram na língua do seu meio ambiente: isto era principalmente para a educação dos judeus, vivendo fora do mundo mulçumano, naturalmente na Europa Cristã, que seus escritos foram traduzidos para o Hebraico). O Hebraico filosófico e científico dos tempos da Idade Média, foi, portanto, um rico sabor árabe em seu vocabulário, na estrutura das palavras e sintaxe.
RENASCIMENNTO DO HEBRAICO
MODERNO
O Renascimento do Hebraico como língua moderna, surgiu no movimento do Iluminismo do século XVIII. Seu primeiro objetivo foi a ocidentalização e aculturação dos judeus dos guetos da Europa. Os líderes da Iluminismo, desdenharam o yidish vernacular das massas, ou judeu-germano “Jargão” como é chamado com desdenho este dialeto grupal, e preferiram empregar o Hebraico como meio de instrução e propaganda. O estilo que eles escolheram, reflete suas quebras com a tradição; não mais o Hebraico Rabínico das autoridades religiosas dos gueto, mas o Hebraico Bíblico Antigo (inadequado como assim o era), visando os seus propósitos – foi chamado para serviço. Assim quanto mais linguagens fossem faladas era o melhor para o iluminismo: um retorno as prístinas (antigas) fontes de inspiração – o puro, a religião racional dos profetas (porqueera o que eles criam.).
O movimento levantou-se na Europa Central, onde este resultou numa produtividade jornalística e literária significante em hebraico. Na Europa Ocidental o Iluminismo preparou o fundamento para o nascimento no século XIX, de um movimento nacionalístico vigoroso. Em quanto aqui, também a situação lingüística refletia uma rejeição de tradição na tendência em preferir hebraico Bíblico a Rabínico. As mais profundas raízes tradicionais dos judeus do leste Europeu mostraram eles mesmos nas mais CORRRIGI ATE AQUI
ricas mistura de todos os estilos e épocas na linguagem que este usavam. Foi no leste da Europa que foi traduzido o primeiro pedaço nos últimos anos do século XIX e nos 1ºs do século XX.
O reavivamento do hebraico como uma língua, liga-se como a colonização Sionista da Palestina, a qual começou nas ultimas décadas do século XIX. O “profeta” do reavivamento foi Eliezer Ben Yehuda (1858-1922). Qual advogou incansavelmente a ressurreição do hebraico vernacular da qual reuniu as monumentais fontes da lingua em um “COMPLETE DICTIONARY OF ANCIENT AND ODEIN HEBREW”. Intitulando ele ser pai do hebraico moderno. A necessidade de uma língua comum afim de unificar os diversos elementos da imigração judaica ajudou Bem Yehuda e seus colegas a persuadirem os líderes da comunidade da Palestina. Justiça de sua causa. Após um período crítico de “guerra de línguas” em 1913-1914 a importância do hebraico na Palestina Judaica foi firmemente estabelecida. Por volta do mandato Britânico foi instituído hebraico que teve que persistir por um bom período a fim de ser reconhecido, junto com Árabe e Inglês como uma das línguas oficiais do governo(1.922).
Portanto, bem antes do Estado de Israel vir a ser em 1948, o hebraico já havia provado capaz de servir de veículo a esta cultura moderna, bem como do estado moderno. Cultivado carinhosamente pelos mestres e adotados por uma população dedicada. A língua tinha com o tempo através dos séculos, expandido entre golfo medieval e tempos modernos com tremendo sucesso. Verdadeiramente, isto é um ressoar do hebraico moderno a ”língua de Canaã”. Não só um vocabulário do hebraico moderno grandemente argumentado, não só põe, junto todas as variedades históricas do hebraico em uma posição complexa, mas seu idioma e estrutura tem passado por uma Europerização radical – inevitável devido a origem Européia da maioria de seus originadores, mas o principal agente da mudança tem sido a restauração na boca das crianças. O hebraico tem permitido de uma vez aquela instabilidade de um livro de línguas a medida que esta reentra num organismo vivo de uma comunidade de gerações. Agora esta é transmitida da boca ao ouvido e tem tornado sujeito de toda as cicessitudes de uma vida orgânica. A impremeditabilidade do rumo que o hebraico moderno tem começado é o sinal certo que o hebraico renasceu.
A RESSURREIÇÃO DO IDIOMA
HEBRAICO
A ressurreição do idioma hebraico, que por mais de dezoito séculos não era falado como língua diária, é tão notável como o reavivamento do próprio Israel. De fato, é importantíssimo fator aglutinador dos judeus como nação unida.
Há cem anos, o hebraico era considerado um idioma morto. Porém, os judeus nunca o consideraram como tal. Era o idioma bíblico e no qual proferiam suas orações; e embora não o usassem em sua vida.
O RENASCIMENTO DO HEBRAICO
Israel tem uma língua oficial, o hebraico. Entretanto no século XIX, essa língua era morta, usada unicamente na liturgia e na literatura. Em poucos anos, professores inspirados e dedicados – que foram também pioneiros – conseguiram com sucesso impor para todo o povo.
A língua hebraica está entre os principais fatores de sucesso do renascimento nacional judaico na Europa. É um paradoxo, porque no século XIX a língua do povo era o iídiche, enquanto que o hebraico tinha apenas a antiga função de língua litúrgica.
Entretanto, em torno de 1800, voltou a ser um instrumento literário a serviço do movimento Luzes Judaicas e Haskaah, que emprega uma língua próxima do hebraico, isto é artificialmente reconstituída. O motivo, concerne a um número restrito de indivíduos, que no Oriente usam o hebraico antigo ocasionalmente como língua de comunicação entre asquenazes e sefaradistas que falam o árabe ou o ladino.
Esse renascimento literário inicial e a fraca manutenção de uma língua de contato vão certamente facilitar o extraordinário empreendimento de um homem: Eliezer BenYehuda. Sua maior ambição é tornar o hebraico a língua nacional a ser falada por todos os povos de Israel.
Eliezer Perlman (1858-1922), chamado posteriormente de Bem-Yehuda (filho da Judéia)
HEBRAICO
· A língua que os hebreus ou israelitas falavam durante o tempo da independência.
· Chamada de judaico em 2Rs 18:26, 28; Ne 13:24, é uma das línguas semitas - aramaico e cananeu - (descendentes de Sem, primogênito de Noé).
· Todo o A.T., com exceção de Dr.2:4 a 7:8; Ed.4:8 a 6:18; Ed.7:12-26 e Jr. 10:11, foi escrito em Hebraico.
· É uma das línguas mais antigas e alguns eruditos pensam ser a língua original dos homens.
· Na segunda metade do Séc. I a.C. o hebraico foi substituído pelo Aramaico, como língua falada comum na Palestina.
· Todas as palavras hebraicas advém de raízes que geralmente possuem três letras.
· O alfabeto hebraico possui 22 letras consoantes básicas e é lido da esquerda para a direta.
· A escrita do hebraico é consoantal, razão pela qual surgiram mais tarde, métodos de representação de vogais.
· No período entre 300 a.C. a 500 d.C., foi compilada uma grande coleção de tradições orais e de comentários à Bíblia, formando o TALMUDE, que se tornou, logo depois da Bíblia, a fonte de preceitos mais importante para o judaísmo tradicional.
· Quanto ao Hebraico é uma das línguas oficiais do Estado de Israel, sendo falado por muitos judeus em todo o mundo.
·
MASSORA (MASSORAH) - O significado dessa palavra hebraica, parece refletir o hebraico (msr = transmitir).
MASSORETAS - (Mestre das Tradições)
· Escribas e mestres que tinham o objetivo de preservar inalterado o texto da Bíblia Hebraica.
· Criaram o texto com os pontos vocálicos, visto que o hebraico original era escrito somente com as letras consoantes.
· Isto tornou possível a leitura dos textos hebraicos, quando a maioria dos judeus não falavam mais o hebraico.
· Anotaram o texto sagrado nas margens dos rolos e nos fins das seções escritas.
· Quase todas as suas notas eram de natureza lingüística e ortográfica.
· Não havia preocupação quanto a exegese.
· Preocupavam-se com a enumeração das ocorrências das palavras hebraicas, desenvolvendo um complexo sistema de ligações entre textos e palavras.
· Desempenharam tão bem seu papel, que após o ano 900 d.C., o adjetivo massorético passou a ser aplicado ao próprio texto do Antigo Testamento, numa alusão aos massoretas.
TEMPO ENVOLVIDO
· Os Massoretas começaram a trabalhar por volta de 500 d.C. e continuaram até a invenção da imprensa, mil anos mais tarde.
· A totalidade da obra ficou conhecida como MASSORA, e o texto bíblico por eles traduzido como TEXTO MASSORÉTICO, constituindo-se em um texto hebraico padronizado.
A BÍBLIA HEBRAICA foi preservada com muito maior cuidado, o que explica em número menor de variantes, ao contrário do que se observa com o Novo Testamento Grego.
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